Feliz Natal!!🌲

Feliz Natal minhas pessoas queridas!!!

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Sorrir😅😆😄

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Seja luz

É isso ai, faça a diferença todos os dias, com um sorriso, um abraço, ou até mesmo com um silêncio confortante, mas sempre escolha agregar ao invés de excluir, julgar, condenar. Seja luz hoje, sempre carregando a certeza de que a sua vida faz diferença para muitas pessoas ao seu redor.

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Que sejamos amor❤

Ela acordou sentindo uma certa  melancolia, coração  apertado e meio pesadinho…eu héim!! Tratou logo de respirar fundo e erguer a cabeça, se vestiu de amor e seguiu seu caminho.  Afinal o que seria desse mundo se não  manisfestássemos o AMOR que há em nós …

–Zena Ribeiro–

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Reciprocidade 

Que a gente saiba  ser recíproco  com as coisas boas e imune às  coisas ruins.

Um bom domingo a todos!!😍😘

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Quem???

❤❤

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Faça a diferença!

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Saudade, por José Antonio Oliveira de Rezende


Lindo texto!!! Recebi este texto hoje, via Watsapp, no meu grupo de faculdade,  nos leva muito a refletir sobre a importância da convivência, amizade e das pessoas em nossa vida.

Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.

Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.

– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.

E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.

– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre… Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.

Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:

– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.

Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa.

Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…

Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, t ambém ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem no horizonte da noite.

O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:

– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.

Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.

Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite….

Que saudade do compadre e da comadre!

ViaSaudade

(Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei)

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Surpresas

Então que a vida me surprienda…🤗🤗🤗

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Ela insiste em continuar e sentir, e sente muito…

A vida bate nela nela de todas as formas, e mesmo apanhando ela insiste em continuar. Tudo está tão implícito, as evidências estão tão claras, chega a parecer que o mundo está contra ela, ainda assim, ela respira fundo e continua. As vezes busca refugio celeste, e por vezes sente o colo de Deus, o questiona o porquê desse duelo consigo mesma, não obtendo as respostas, refaz suas forças no aconchego daquele colo macio, ergue a cabeça e continua. Não sabe o que lhe reserva o futuro, enquanto isso ela segue o seu caminho e vai vivendo os momentos com toda a intensidade que seu coração possui, ela não sabe ser contida, tudo nela tem uma porção a mais, sente demais, ama demais, vive demais… Acredita que há uma missão a cumprir, e enquanto não acha as respostas que tanto procura, ela segue, coração pesado, doído, mas no fundo, bem lá no fundo, há uma centelha de esperança de que algo bom vai chegar, e nisso ela se recompõe e continua.

—Zena Ribeiro—

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